Como sempre eu estava me sufocando. Me sufocando com pensamentos, lembranças, momentos. Memórias que feriam, mas que
diminuíam a solidão. A solidão que só podia ser curada por uma presença, era mascarada por simples momentos. Únicos, que
carregava no peito durante muito tempo, pesado, de tanta necessidade. O coração já nem aguentava mais, já tinha suportado tudo
e mais um pouco do que aguentara em tão pouco tempo, assim como a mente, que só fazia repetir momentos infinitas vezes para
saciar a maldita saudade. Eu só me perguntava, “Será que eu pedi tanto? Só queria que fosse diferente dessa vez.”.
Pedi tanto
assim?
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